A Arena Cia de Artes surpreendeu o público das lojas da rede Saraiva de livrarias com uma pequena mostra de algumas canções do seu concerto de Natal. Foram visitadas as lojas dos shoppings Iguatemi, Salvador, Paralela e Barra. No dia 13/12 a Arena apresenta ADESTE FIDELES, concerto de Natal que encerra com chave de ouro as atividades da companhia para o ano de 2012.
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Arena Cia de Artes apresenta ADESTE FIDELES - Concerto de Natal.
PROGRAMA
1-Adeste Fideles
(tradicional)
2- And the glory of the Lord (G. F. Händel)
3- Laudate Dominum (W. A. Mozart)
4- Es ist ein Ros entsprungen (Praetorius)
5- Pequena vila de Belém (tradicional)
6- Glória de Natal (tradicional)
7- Alegria de Natal (tradicional)
8- Drei Kon'ge (P. Cornelius)
9- Transeamus usque Betlehem (J. Schnabel)
10- Quia respexit ( J. S. Bach)
11- He's got the hole world (negro spiritual)
12- Viajando (tradicional)
13- Eternal source of light divine (Händel)
14- Stille Nacht (F. Gruber)
15- Halleluyah (G. F. Händel)
2- And the glory of the Lord (G. F. Händel)
3- Laudate Dominum (W. A. Mozart)
4- Es ist ein Ros entsprungen (Praetorius)
5- Pequena vila de Belém (tradicional)
6- Glória de Natal (tradicional)
7- Alegria de Natal (tradicional)
8- Drei Kon'ge (P. Cornelius)
9- Transeamus usque Betlehem (J. Schnabel)
10- Quia respexit ( J. S. Bach)
11- He's got the hole world (negro spiritual)
12- Viajando (tradicional)
13- Eternal source of light divine (Händel)
14- Stille Nacht (F. Gruber)
15- Halleluyah (G. F. Händel)
domingo, 4 de novembro de 2012
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Arena Cia de Artes cantando o Brasil!
Depois de uma prévia de sucesso de público e crítica, lotando o
Salão Nobre do Palácio da Aclamação com mais de 200 espectadores, a
Arena Companhia de Artes, companhia independente sediada em Salvador,
Bahia, apresenta a segunda edição do espetáculo Cantando o Brasil. Com
maiores recursos cênicos e tecnológicos, a abordagem da rica música de
concerto brasileira nas obras de Chiquinha Gonzaga, Heitor Villa-Lobos,
Marlos Nobre, Waldemar Henrique, Lorenzo Fernandez e Alberto Costa, as
músicas de tradição de matriz africana e nomes da música popular como
Flávio Venturini, só engrandecerão essa mostra em que a música e suas
infinitas possiblidades e nuances, faz uma sensível fusão com as
manifestações do teatro, dança e artes plásticas.
A Arena Cia de Artes convida para uma histórica, íntima e enriquecedora experiência com a boa música do Brasil.
Espaço Xisto Bahia (Rua General Labatut, 27 - Barris, Salvador, Bahia)
Dias 16, 23 e 30 de outubro e 6 de novembro de 2012, sempre às 20 horas
Entrada: R$ 20,00 (inteira)
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Arena Cia de Artes apresenta POÈMES HARMONIQUES.
Os revolucionários do 14 juillet, os pintores de Montmartre e os
intelectuais dos anos 60 fizeram da França um país símbolo da liberdade.
Esse anseio libertário, em todos os sentidos e planos das ações
humanas, também deixou suas impressões
na
produção musical. Gounod, Debussy, Ravel, Saint Saëns e Bizet, são
nomes que figuram na constelação dos grandes mestres da música
universal, pois dialogam de forma muito íntima com os sentimentos
humanos de todas as épocas, traduzindo as sensações de tristeza,
alegria, sensualidade, paixão e amor. A Arena Companhia de Artes brinda o
público baiano e comemora a abertura da Primavera dos Museus ao som da
musique eternelle!
Compartilhem e compareçam, será encantador!
* Concerto Poèmes Harmoniques
* Dia 21 de setembro de 2012 (sexta-feira), às 18h
* Palácio da Aclamação (Campo Grande, Salvador, Bahia)
* ENTRADA FRANCA
Compartilhem e compareçam, será encantador!
* Concerto Poèmes Harmoniques
* Dia 21 de setembro de 2012 (sexta-feira), às 18h
* Palácio da Aclamação (Campo Grande, Salvador, Bahia)
* ENTRADA FRANCA
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Semeando trovadores
Carlos Fregtman (1989, pp. 20-21)
Nossas palavras já nos traem. Nossos pensamentos se acham esmagados por finalidades, deveres e exigências. A magia não mora mais em nossa existência e alguns optam pela alternativa da loucura. A música parece uma montanha de cassetes numa loja de discos.
Os gregos tinham canções para moer o grão na colheita; os romanos, para fazer o vinho e
tirar a água; os árabes, para tosquiar as ovelhas e tratar dos camelos;
os índios americanos, para caçar, amar e morrer. E nós? Quando
cantamos? Quando marcamos o ritmo com os pés e as mãos? Onde se acham o
êxtase, o transe, o gozoso abandono no swing de uma melodia?
A música pode transmudar diretamente a nossa vida, modelando-a com suas pulsações. Mesmo não sendo músicos profissionais, converter-nos em músicos pela paz é compreender que a vida é uma sequência rítmica de circuitos interconectados e que a perda do inconsciente jogo com os sons é a perda da espontaneidade e o caminho seguro para a rigidez (sinônimo de morte). A guerra é uma projeção ampliada de nossa diária vida cotidiana, uma expressão exterior do nosso estado interior e o resultado coletivo de atitudes individuais. Transformarmos a nós mesmos é transformar também a causa das guerras. Viver em paz é não criar antagonismos. O canto pacificador surgirá tão somente quando estivermos intimamente em paz.
Todo ato criador implica um desterro da estreita concepção atomista e utilitária imperante, que avalia os atos por sua finalidade.
Muitas vezes tenho tido fantasias nas quais, no ano 2000, não apenas se plantavam árvores aqui e ali, a fim de restaurar o equilíbrio ecológico perdido, como também se “semeavam” trovadores que devolviam a música esquecida aos seres humanos, os quais, junto com a música, haviam perdido a cor de seus olhos e o harmonioso ritmo de seus movimentos.
A música pode transmudar diretamente a nossa vida, modelando-a com suas pulsações. Mesmo não sendo músicos profissionais, converter-nos em músicos pela paz é compreender que a vida é uma sequência rítmica de circuitos interconectados e que a perda do inconsciente jogo com os sons é a perda da espontaneidade e o caminho seguro para a rigidez (sinônimo de morte). A guerra é uma projeção ampliada de nossa diária vida cotidiana, uma expressão exterior do nosso estado interior e o resultado coletivo de atitudes individuais. Transformarmos a nós mesmos é transformar também a causa das guerras. Viver em paz é não criar antagonismos. O canto pacificador surgirá tão somente quando estivermos intimamente em paz.
Todo ato criador implica um desterro da estreita concepção atomista e utilitária imperante, que avalia os atos por sua finalidade.
Muitas vezes tenho tido fantasias nas quais, no ano 2000, não apenas se plantavam árvores aqui e ali, a fim de restaurar o equilíbrio ecológico perdido, como também se “semeavam” trovadores que devolviam a música esquecida aos seres humanos, os quais, junto com a música, haviam perdido a cor de seus olhos e o harmonioso ritmo de seus movimentos.
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Álbum: Projeto Música no Palácio.
Que tal curtir a página da Arena no Facebook e conferir as fotos dos nossos concertos? Abaixo, os links para os álbuns:
Dramma Per Música ( 06/06/2012)
*
Ave Maria (31/05/2012 | 06/07/2012)
*
Cantando o Brasil (27/07/2012)
Dramma Per Música ( 06/06/2012)
*
Ave Maria (31/05/2012 | 06/07/2012)
*
Cantando o Brasil (27/07/2012)
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