A Arena Cia de Artes surpreendeu o público das lojas da rede Saraiva de livrarias com uma pequena mostra de algumas canções do seu concerto de Natal. Foram visitadas as lojas dos shoppings Iguatemi, Salvador, Paralela e Barra. No dia 13/12 a Arena apresenta ADESTE FIDELES, concerto de Natal que encerra com chave de ouro as atividades da companhia para o ano de 2012.
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Arena Cia de Artes apresenta ADESTE FIDELES - Concerto de Natal.
PROGRAMA
1-Adeste Fideles
(tradicional)
2- And the glory of the Lord (G. F. Händel)
3- Laudate Dominum (W. A. Mozart)
4- Es ist ein Ros entsprungen (Praetorius)
5- Pequena vila de Belém (tradicional)
6- Glória de Natal (tradicional)
7- Alegria de Natal (tradicional)
8- Drei Kon'ge (P. Cornelius)
9- Transeamus usque Betlehem (J. Schnabel)
10- Quia respexit ( J. S. Bach)
11- He's got the hole world (negro spiritual)
12- Viajando (tradicional)
13- Eternal source of light divine (Händel)
14- Stille Nacht (F. Gruber)
15- Halleluyah (G. F. Händel)
2- And the glory of the Lord (G. F. Händel)
3- Laudate Dominum (W. A. Mozart)
4- Es ist ein Ros entsprungen (Praetorius)
5- Pequena vila de Belém (tradicional)
6- Glória de Natal (tradicional)
7- Alegria de Natal (tradicional)
8- Drei Kon'ge (P. Cornelius)
9- Transeamus usque Betlehem (J. Schnabel)
10- Quia respexit ( J. S. Bach)
11- He's got the hole world (negro spiritual)
12- Viajando (tradicional)
13- Eternal source of light divine (Händel)
14- Stille Nacht (F. Gruber)
15- Halleluyah (G. F. Händel)
domingo, 4 de novembro de 2012
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Arena Cia de Artes cantando o Brasil!
Depois de uma prévia de sucesso de público e crítica, lotando o
Salão Nobre do Palácio da Aclamação com mais de 200 espectadores, a
Arena Companhia de Artes, companhia independente sediada em Salvador,
Bahia, apresenta a segunda edição do espetáculo Cantando o Brasil. Com
maiores recursos cênicos e tecnológicos, a abordagem da rica música de
concerto brasileira nas obras de Chiquinha Gonzaga, Heitor Villa-Lobos,
Marlos Nobre, Waldemar Henrique, Lorenzo Fernandez e Alberto Costa, as
músicas de tradição de matriz africana e nomes da música popular como
Flávio Venturini, só engrandecerão essa mostra em que a música e suas
infinitas possiblidades e nuances, faz uma sensível fusão com as
manifestações do teatro, dança e artes plásticas.
A Arena Cia de Artes convida para uma histórica, íntima e enriquecedora experiência com a boa música do Brasil.
Espaço Xisto Bahia (Rua General Labatut, 27 - Barris, Salvador, Bahia)
Dias 16, 23 e 30 de outubro e 6 de novembro de 2012, sempre às 20 horas
Entrada: R$ 20,00 (inteira)
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Arena Cia de Artes apresenta POÈMES HARMONIQUES.
Os revolucionários do 14 juillet, os pintores de Montmartre e os
intelectuais dos anos 60 fizeram da França um país símbolo da liberdade.
Esse anseio libertário, em todos os sentidos e planos das ações
humanas, também deixou suas impressões
na
produção musical. Gounod, Debussy, Ravel, Saint Saëns e Bizet, são
nomes que figuram na constelação dos grandes mestres da música
universal, pois dialogam de forma muito íntima com os sentimentos
humanos de todas as épocas, traduzindo as sensações de tristeza,
alegria, sensualidade, paixão e amor. A Arena Companhia de Artes brinda o
público baiano e comemora a abertura da Primavera dos Museus ao som da
musique eternelle!
Compartilhem e compareçam, será encantador!
* Concerto Poèmes Harmoniques
* Dia 21 de setembro de 2012 (sexta-feira), às 18h
* Palácio da Aclamação (Campo Grande, Salvador, Bahia)
* ENTRADA FRANCA
Compartilhem e compareçam, será encantador!
* Concerto Poèmes Harmoniques
* Dia 21 de setembro de 2012 (sexta-feira), às 18h
* Palácio da Aclamação (Campo Grande, Salvador, Bahia)
* ENTRADA FRANCA
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Semeando trovadores
Carlos Fregtman (1989, pp. 20-21)
Nossas palavras já nos traem. Nossos pensamentos se acham esmagados por finalidades, deveres e exigências. A magia não mora mais em nossa existência e alguns optam pela alternativa da loucura. A música parece uma montanha de cassetes numa loja de discos.
Os gregos tinham canções para moer o grão na colheita; os romanos, para fazer o vinho e
tirar a água; os árabes, para tosquiar as ovelhas e tratar dos camelos;
os índios americanos, para caçar, amar e morrer. E nós? Quando
cantamos? Quando marcamos o ritmo com os pés e as mãos? Onde se acham o
êxtase, o transe, o gozoso abandono no swing de uma melodia?
A música pode transmudar diretamente a nossa vida, modelando-a com suas pulsações. Mesmo não sendo músicos profissionais, converter-nos em músicos pela paz é compreender que a vida é uma sequência rítmica de circuitos interconectados e que a perda do inconsciente jogo com os sons é a perda da espontaneidade e o caminho seguro para a rigidez (sinônimo de morte). A guerra é uma projeção ampliada de nossa diária vida cotidiana, uma expressão exterior do nosso estado interior e o resultado coletivo de atitudes individuais. Transformarmos a nós mesmos é transformar também a causa das guerras. Viver em paz é não criar antagonismos. O canto pacificador surgirá tão somente quando estivermos intimamente em paz.
Todo ato criador implica um desterro da estreita concepção atomista e utilitária imperante, que avalia os atos por sua finalidade.
Muitas vezes tenho tido fantasias nas quais, no ano 2000, não apenas se plantavam árvores aqui e ali, a fim de restaurar o equilíbrio ecológico perdido, como também se “semeavam” trovadores que devolviam a música esquecida aos seres humanos, os quais, junto com a música, haviam perdido a cor de seus olhos e o harmonioso ritmo de seus movimentos.
A música pode transmudar diretamente a nossa vida, modelando-a com suas pulsações. Mesmo não sendo músicos profissionais, converter-nos em músicos pela paz é compreender que a vida é uma sequência rítmica de circuitos interconectados e que a perda do inconsciente jogo com os sons é a perda da espontaneidade e o caminho seguro para a rigidez (sinônimo de morte). A guerra é uma projeção ampliada de nossa diária vida cotidiana, uma expressão exterior do nosso estado interior e o resultado coletivo de atitudes individuais. Transformarmos a nós mesmos é transformar também a causa das guerras. Viver em paz é não criar antagonismos. O canto pacificador surgirá tão somente quando estivermos intimamente em paz.
Todo ato criador implica um desterro da estreita concepção atomista e utilitária imperante, que avalia os atos por sua finalidade.
Muitas vezes tenho tido fantasias nas quais, no ano 2000, não apenas se plantavam árvores aqui e ali, a fim de restaurar o equilíbrio ecológico perdido, como também se “semeavam” trovadores que devolviam a música esquecida aos seres humanos, os quais, junto com a música, haviam perdido a cor de seus olhos e o harmonioso ritmo de seus movimentos.
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Álbum: Projeto Música no Palácio.
Que tal curtir a página da Arena no Facebook e conferir as fotos dos nossos concertos? Abaixo, os links para os álbuns:
Dramma Per Música ( 06/06/2012)
*
Ave Maria (31/05/2012 | 06/07/2012)
*
Cantando o Brasil (27/07/2012)
Dramma Per Música ( 06/06/2012)
*
Ave Maria (31/05/2012 | 06/07/2012)
*
Cantando o Brasil (27/07/2012)
Cantando o Brasil: programa
Um breve panorama da música de concerto
brasileira: A música erudita brasileira nasceu nas igrejas
no barroco mineiro e baiano. Ao longo dos séculos, a construção de uma
identidade musical genuinamente brasileira ainda é passível de muita discussão,
pois a nossa formação musical sofreu larga influência europeia, fruto da
opressão colonizadora que o Brasil viveu desde o seu descobrimento até o final do século XIX.
Essa vertente da produção musical brasileira por muitos é considerada como o último tesouro ainda por ser descoberto e verdadeiramente explorado da cultura do país. À exceção do célebre Villa-Lobos, e também de Camargo Guarnieri, pouco se conhece a respeito dessa imensa produção musical. Isso se dá tanto nos meios internacionais como, espantosamente, entre os próprios músicos brasileiros, que bastante sabem e executam Mozart, Beethoven e Brahms, mas que pouca informação tem de compositores brasileiros contemporâneos e mesmo de outros períodos.
Essa vertente da produção musical brasileira por muitos é considerada como o último tesouro ainda por ser descoberto e verdadeiramente explorado da cultura do país. À exceção do célebre Villa-Lobos, e também de Camargo Guarnieri, pouco se conhece a respeito dessa imensa produção musical. Isso se dá tanto nos meios internacionais como, espantosamente, entre os próprios músicos brasileiros, que bastante sabem e executam Mozart, Beethoven e Brahms, mas que pouca informação tem de compositores brasileiros contemporâneos e mesmo de outros períodos.
Somente
no século XX, que a música nacionalista brasileira introduziu-se e foi
consolidada. Nessa época, nomes como Alberto Nepomuceno e Brasílio Itiberê da
Cunha eram ignorados pelas ditas excessivas brasilidades de suas composições e
admitia-se Carlos Gomes pelo seu grande sucesso na Europa.
É a partir de
Villa-Lobos que o Brasil e o mundo descobrem a música erudita e o país passa,
desde então, a produzir talentos em série: Lorenzo Fernandez, Francisco
Mignone, Radamés Gnatalli, Camargo Guarnieri, Guerra-Peixe, Cláudio Santoro,
Edino Krieger, Waldemar Henrique e Marlos Nobre são alguns desses expoentes.
Esses compositores se debruçaram à pesquisa da música dos índios, das nossas
lendas amazônicas e também do ritmo e expressiva música de matriz africana,
trazida pelos negros escravizados.
Daí a importância da
difusão desse repertório para as grandes massas, pois quando se fala de música
brasileira, a primeira (e muitas vezes, única) referência que se faz é da MPB
como publicou certa feita, o jornalista Irineu Franco Perpétuo: “Para o bem ou
para o mal, os intelectuais orgânicos brasileiros, na área de música, são gente
como Chico Buarque, Caetano Veloso e Milton Nascimento e não Almeida Prado,
Edino Krieger ou Gilberto Mendes, por mais que possamos admirar e respeitar o
talento desses compositores”.
A música erudita
brasileira é fresca, dotada de elementos únicos, riquíssima e fascinante por
ser cosmopolita. Mas mesmo hoje, o Brasil ainda é um país que não percebeu o
devido valor da música de concerto, apreciadíssima hoje em dia na França,
Alemanha e até no Japão, talvez por causa de nossa história ou de nossa
situação político-econômica. Os músicos eruditos e os artistas em geral são
como na opinião do professor Koellreutter, "uma espécie de Quixotes, que
lutam contra os moinhos de ventos". (Carlos Eduardo Santos)
PROGRAMA
LUA BRANCA - Chiquinha Gonzaga
ACALANTO - Sérgio
Bittencourt- Sampaio
NASCENTE - Flávio
Venturini/ Mário Antunes arr.: Alexandre Zilahi
RECOMENDAÇÃO - Babi de
Oliveira
MELODIA SENTIMENTAL -
Heitor Villa Lobos
NHAPOPÉ - Heitor Villa
Lobos
FOI BÔTO, SINHÁ -
Waldemar Henrique
COBRA GRANDE - Waldemar
Henrique
ODEON – Ernesto Nazareth
CANCIONEIRO DE LAMPIÃO,
nº 2 (É LAMP, É LAMP É LAMPA) - Marlos Nobre
FUNERAL D’UM REI NAGÔ -
Heckel Tavares
XANGÔ - Babi de Oliveira
CANTO PARA YEMANJÁ -
Tradição Ketu arr.: Ciro Costa
IEMANJÁ ÔTÔ - Marlos
Nobre
ESTRÊLA DO MAR - Marlos
Nobre
AMOR EM LÁGRIMAS -
Cláudio Santoro
VELEIRO - Sérgio
Bittencourt-Sampaio
SERENATA - Alberto Costa
CANÇÃO DO POETA DO
SÉCULO XVIII - Heitor Villa Lobos
FIZ DA VIDA UMA CANÇÃO -
Waldemar Henrique
UIRAPURU - Waldemar Henrique arr.:
Eduardo D. Carvalho
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Projeto Música no Palácio: Arena Cia de Artes na mídia.
Correio da Bahia | Secretaria de Cultura do Estado da Bahia | iBahia | Atarde Online | Terra (Guia de Cidades) | SECOM | Bahia Notícias
Apresentações gratuitas de música lírica em um
suntuoso monumento de arquitetura neoclássica, que já foi residência
oficial dos governadores da Bahia. É o que a Arena Companhia de Artes
vem oferecendo ao público de Salvador desde o mês de junho, no Palácio
da Aclamação, na 2ª edição do Projeto Música no Palácio.
Na próxima sexta-feira (6), às 18h, o conjunto canta composições para solo e peças corais sobre o tema mariano no concerto ‘Ave Maria’. A atividade tem o apoio da Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Dimus/Ipac).
No repertório do grupo, uma série de Ave Marias, de compositores dos séculos 16 e 20 - Jacob Arcadelt (1504-1568), Tomás Luis de Victoria (1548-1611), Giulio Caccini (1551-1618), Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791), Franz Schubert (1797-1828), Charles Gounod (1818-1893), Giuseppe Verdi (1813-1901), Mozart Camargo Guarnieri (1907-1993), Bonaventura Somma (1893-1960) e William Gomez (1939-2000), dentre outros.
A última apresentação do projeto acontece no dia 27 deste mês, com o concerto operístico ‘Cantando o Brasil’, quando o público poderá apreciar solos e peças em conjunto da música de concerto brasileira, a exemplo das canções de Villa-Lobos, Waldemar Henrique, Marlos Nobre, entre outros. Os concertos contam também com a participação da pianista co-repetidora do Madrigal da Universidade Federal da Bahia (Ufba), Elisama Gonçalves, e do pianista Gabriel Garcia.
Projeto
Integram a Arena Companhia de Artes os cantores Verônica Santos (soprano e professora de Canto da Escola de Música da Ufba), Vanda Otero (mezzo soprano), Carlos Eduardo (tenor), Ramon Sena (baixo), Antônia Bahia (soprano), Eduardo Ferreira (tenor) e Francisco Meira (baixo).
O conjunto já se apresentou no Espaço Cultural da Barroquinha, em abril deste ano, com a primeira execução da Cantata 106 de J. S. Bach em Salvador, e na Paróquia de Nossa Senhora do Ó, em Paripe, como parte de um projeto de popularização e democratização da música erudita. Também realizou apresentações na Assembleia Legislativa da Bahia, Teatro Espírita Leopoldo Machado e Instituto Feminino da Bahia.
Na próxima sexta-feira (6), às 18h, o conjunto canta composições para solo e peças corais sobre o tema mariano no concerto ‘Ave Maria’. A atividade tem o apoio da Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Dimus/Ipac).
No repertório do grupo, uma série de Ave Marias, de compositores dos séculos 16 e 20 - Jacob Arcadelt (1504-1568), Tomás Luis de Victoria (1548-1611), Giulio Caccini (1551-1618), Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791), Franz Schubert (1797-1828), Charles Gounod (1818-1893), Giuseppe Verdi (1813-1901), Mozart Camargo Guarnieri (1907-1993), Bonaventura Somma (1893-1960) e William Gomez (1939-2000), dentre outros.
A última apresentação do projeto acontece no dia 27 deste mês, com o concerto operístico ‘Cantando o Brasil’, quando o público poderá apreciar solos e peças em conjunto da música de concerto brasileira, a exemplo das canções de Villa-Lobos, Waldemar Henrique, Marlos Nobre, entre outros. Os concertos contam também com a participação da pianista co-repetidora do Madrigal da Universidade Federal da Bahia (Ufba), Elisama Gonçalves, e do pianista Gabriel Garcia.
Projeto
Integram a Arena Companhia de Artes os cantores Verônica Santos (soprano e professora de Canto da Escola de Música da Ufba), Vanda Otero (mezzo soprano), Carlos Eduardo (tenor), Ramon Sena (baixo), Antônia Bahia (soprano), Eduardo Ferreira (tenor) e Francisco Meira (baixo).
O conjunto já se apresentou no Espaço Cultural da Barroquinha, em abril deste ano, com a primeira execução da Cantata 106 de J. S. Bach em Salvador, e na Paróquia de Nossa Senhora do Ó, em Paripe, como parte de um projeto de popularização e democratização da música erudita. Também realizou apresentações na Assembleia Legislativa da Bahia, Teatro Espírita Leopoldo Machado e Instituto Feminino da Bahia.
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Ave Maria: programa

"... e o nome da virgem era Maria" (Lucas 1:27).
Para se chegar à formulação da Ave Maria atual, foi
necessário percorrer um caminho de muitos séculos.
Essa oração é composta de duas partes.
A primeira parte (Ave Maria...) consta de uma dupla
saudação extraída do Evangelho:
1 – A saudação do anjo Gabriel, enviado por Deus a
fim de anunciar a divina maternidade de Maria: “Ave,
cheia de graça, o Senhor é contigo” (Lc 1, 28);
2 – A saudação de Santa Isabel, prima de Maria, que,
inspirada pelo Espírito Santo, proclamou: “Bendita és
tu entre as mulheres e bendito é o fruto de teu ventre” (Lc 1,
42). A essas duas saudações foram acrescidas duas
palavras para que elas fossem mais distintamente
enunciadas (Maria, Ave-Maria...) e Jesus (de teu
ventre, Jesus).
A segunda parte da prece (Santa Maria...), a súplica,
já era empregada na Ladainha dos Santos. Em
determinado código do século XIII, da Biblioteca
Nacional Florentina, que já pertencera aos Servos de
Maria do Convento da Beata Maria Virgem Saudada pelo
Anjo, em Florença, lê-se esta oração: “Ave dulcíssima e
imaculada Virgem Maria, cheia de Graça, o Senhor é contigo,
bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto de teu
ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, mãe da graça e da
misericórdia, rogai por nós agora e na hora da morte. Amém”.
A Ave Maria, como é rezada hoje, encontra-se pela
primeira vez no século XV, no poema acróstico do
Venerável Gasparini Borro, (+ 1498). A segunda
parte da Ave Maria foi sempre rezada em caráter
privado pelos fiéis até o ano de 1568, quando o Papa
São Pio V promulgou o novo Breviário Romano, no
qual figura a fórmula do referido Venerável
Gasparini Borro.
Vários textos são também referidos a Maria como o
“Magnificat anima mea Dominum” e o “Salve Regina”.
(Francisco Meira e Carlos Eduardo Santos)
Para se chegar à formulação da Ave Maria atual, foi
necessário percorrer um caminho de muitos séculos.
Essa oração é composta de duas partes.
A primeira parte (Ave Maria...) consta de uma dupla
saudação extraída do Evangelho:
1 – A saudação do anjo Gabriel, enviado por Deus a
fim de anunciar a divina maternidade de Maria: “Ave,
cheia de graça, o Senhor é contigo” (Lc 1, 28);
2 – A saudação de Santa Isabel, prima de Maria, que,
inspirada pelo Espírito Santo, proclamou: “Bendita és
tu entre as mulheres e bendito é o fruto de teu ventre” (Lc 1,
42). A essas duas saudações foram acrescidas duas
palavras para que elas fossem mais distintamente
enunciadas (Maria, Ave-Maria...) e Jesus (de teu
ventre, Jesus).
A segunda parte da prece (Santa Maria...), a súplica,
já era empregada na Ladainha dos Santos. Em
determinado código do século XIII, da Biblioteca
Nacional Florentina, que já pertencera aos Servos de
Maria do Convento da Beata Maria Virgem Saudada pelo
Anjo, em Florença, lê-se esta oração: “Ave dulcíssima e
imaculada Virgem Maria, cheia de Graça, o Senhor é contigo,
bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto de teu
ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, mãe da graça e da
misericórdia, rogai por nós agora e na hora da morte. Amém”.
A Ave Maria, como é rezada hoje, encontra-se pela
primeira vez no século XV, no poema acróstico do
Venerável Gasparini Borro, (+ 1498). A segunda
parte da Ave Maria foi sempre rezada em caráter
privado pelos fiéis até o ano de 1568, quando o Papa
São Pio V promulgou o novo Breviário Romano, no
qual figura a fórmula do referido Venerável
Gasparini Borro.
Vários textos são também referidos a Maria como o
“Magnificat anima mea Dominum” e o “Salve Regina”.
(Francisco Meira e Carlos Eduardo Santos)
PROGRAMA
CANTO GREGORIANO
• Ave Maria/ Salve Regina, coro.
JAKOB ARKADELT (1504-1568)
• Ave Maria, coro.
TOMÁS LUIS DE VICTORIA (1548-1611)
• Ave Maria, coro.
HANS LEO HAßLER (1564-1612)
• Dixit Maria, coro.
GIULIO CACCINI (1551-1618)
• Ave Maria
Eduardo Ferreira, tenor.
Vanda Otero, mezzo soprano.
JOHANN SEBASTIAN BACH (1685-1750)
• Prelúdio e Fuga nº 6 em Ré menor, BWV 851
Gabriel Garcia, piano.
• Et Misericordia (Magnificat, BWV 243)
Carlos Eduardo Santos, tenor.
Vanda Otero, mezzo soprano.
WOLFGANG A. MOZART (1756-1791)
• Ave Maria
Antônia Bahia, soprano.
Vanda Otero, mezzo soprano.
FRANZ SCHUBERT (1797-1828)
• Ellens Gesang III D839 Ave Maria
Ramon Sena, baixo.
CHARLES GOUNOD (1818-1893)
• Ave Maria (Meditação sobre o prelúdio nº 1 em
Dó maior de J. S. Bach)
Antônia Bahia, soprano.
GIUSEPPE VERDI (1813-1901)
• Ave Maria “O Salce! Salce!” (Cavatina da ópera
Otello)
Verônica Santos, soprano.
PIETRO MASCAGNI (1863-1945)
• Sancta Maria (intermezzo da ópera Cavalleria
Rusticana)
Carlos Eduardo Santos, tenor.
MOZART CAMARGO GUARNIERI (1907-1993)
• Ave Maria, coro.
WILLIAM GOMEZ (1939-2000)
• Ave Maria, llena de gracia.
Carlos Eduardo Santos, tenor.
BONAVENTURA SOMMA (1893-1960)
• Ave Maria, coro.
Dramma Per Musica: programa

“Eu sou a Música, cujos doces acentos podem
tranquilizar qualquer coração perturbado, e pela
nobre ira, ou pelo amor, posso inflamar a mais
gélida das mentes”...
Prólogo da ópera L’Orfeo, de Claudio
Monteverdi(1567-1643). Primeira grande ópera
registrada na História.
Ópera significa “obra” e surgiu no século XVII
na Itália. É um espetáculo que engloba teatro,
música, dança e as artes plásticas para contar
uma história ou fábula, só que os textos são
cantados e acompanhados pela orquestra. Para
esse tipo de expressão de arte, se desenvolveu o
canto lírico, um canto em que a voz precisava
ser potente e com excelente projeção numa
época em que não havia microfones nem
engenheiros de som.
Na ópera, as mais diversas situações são
contadas de uma forma mais exagerada, é bem
verdade, porém, o maior fascínio está em
conseguir se expressar de maneira que haja uma
conexão com o público e este, mesmo que não
entenda uma só palavra, seja tocado e
conduzido a essa paisagem sonora cheia de
enigmas, exemplos, sofisticação e beleza. A
Ópera é expressão humana e deve ser apreciada
por todos. (Carlos Eduardo Santos)
tranquilizar qualquer coração perturbado, e pela
nobre ira, ou pelo amor, posso inflamar a mais
gélida das mentes”...
Prólogo da ópera L’Orfeo, de Claudio
Monteverdi(1567-1643). Primeira grande ópera
registrada na História.
Ópera significa “obra” e surgiu no século XVII
na Itália. É um espetáculo que engloba teatro,
música, dança e as artes plásticas para contar
uma história ou fábula, só que os textos são
cantados e acompanhados pela orquestra. Para
esse tipo de expressão de arte, se desenvolveu o
canto lírico, um canto em que a voz precisava
ser potente e com excelente projeção numa
época em que não havia microfones nem
engenheiros de som.
Na ópera, as mais diversas situações são
contadas de uma forma mais exagerada, é bem
verdade, porém, o maior fascínio está em
conseguir se expressar de maneira que haja uma
conexão com o público e este, mesmo que não
entenda uma só palavra, seja tocado e
conduzido a essa paisagem sonora cheia de
enigmas, exemplos, sofisticação e beleza. A
Ópera é expressão humana e deve ser apreciada
por todos. (Carlos Eduardo Santos)
PROGRAMA
Georg Friedrich Händel (1685-1759)
Frondi tenere... Ombra mai fu (Xerxes)
Carlos Eduardo, tenor.
Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
Diggi, daggi (Bastien und Bastienne)
Francisco Meira, baixo.
Tutte nel cor vi sento (Idomeneo)
Verônica Santos, soprano.
Bester Jüngling (O Empresário)
Antônia Bahia, soprano.
Ho capito (Don Giovanni)
Francisco Meira, baixo.
Il mio tesoro (Don Giovanni)
Carlos Eduardo Santos, tenor.
Deh vieni non tardar (As Bodas de Fígaro)
Antônia Bahia, soprano.
Marcha dos Sacerdotes (A Flauta Mágica)
Elisama Gonçalves, piano.
O Isis und Osiris (A Flauta Mágica)
Ramon Sena, baixo.
Coro dos Sacerdotes “O Isis und Osiris” (A
Flauta Mágica)
INTERVALO
Gaetano Donizetti (1797-1848)
Uma furtiva lagrima (O Elixir do Amor)
Eduardo Ferreira, tenor.
Uma furtiva lagrima (O Elixir do Amor)
Eduardo Ferreira, tenor.
Jacques Offenbach (1819-1880)
Barcarolle “Belle Nuit” (Os Contos de
Hoffmann)
Antônia Bahia, soprano.
Vanda Otero, mezzo soprano.
Frédéric Chopin (1810-1849)
Noturno, op. 32, nº 1, em Si maior.
Gabriel Garcia, piano.
Camille Saint-Saëns (1835-1921)
Mon coeur s’ouvre a ta voix (Sansão e Dalila)
Vanda Otero, mezzo soprano.
Giacomo Puccini (1858-1924)
Signore ascolta (Turandot)
Verônica Santos, soprano.
Pietro Mascagni (1863-1945)
Voi lo sapete o mamma (Cavalaria Rusticana)
Vanda Otero, mezzo soprano.
Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
Coro “Bassa Selim lebe Lange” (O Rapto do
Serralho)
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